Sérgio Mallandro lança game oficial para Android, iPhone e iPad!

Agência de design Rian Design (Três Rios / RJ) desenvolveu o game oficial do Sérgio Mallandro, um dos maiores humoristas do Brasil.

São cinco mini games divertidos o qual o Sérgio Mallandro é o protagonista.
O game é gratuito e está disponível para iPhones, iPads e smartphones e tablets Android.

Baixe grátis:
www.sergiomallandro.art.br/game

A agência Rian Design também desenvolveu o site oficial do humorista:
www.sergiomallandro.art.br

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Rian Design estará na Feira do Empreendedor 2014, no Rio de Janeiro

A Rian Design foi uma das empresas selecionadas para estarem nesta quinta-feira (27) e domingo (30) em um dos maiores eventos de empreendedorismo do Brasil, a Feira do Empreendedor, no Rio de Janeiro.

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Nós agradecemos a Rio Game Play e a IGDA (Internation Game Developers Association) pela oportunidade.

Estaremos na Feira do Empreendedor a partir das 12h, em um totem mostrando um pouco de nossos games e projetos em desenvolvimento.

“Considerado um dos maiores eventos de empreendedorismo do Brasil, a Feira do Empreendedor, organizada pelo Sebrae/RJ, acontecerá em novembro no Rio de Janeiro.

A Feira do Empreendedor é promovida pelo Sebrae desde 1994 em todos os estados do país. É considerado o maior evento presencial de empreendedorismo do mundo, com mais de 150 edições e a marca de, aproximadamente, 2 milhões de visitantes.”

Fonte: feiradoempreendedor.rj.sebrae.com.br

Games ganham força como estratégia de marketing

Advergames, jogos criados para fortalecer uma marca ou promover um produto, conquistam espaço no mercado de desenvolvedores brasileiros

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 Em um cenário virtual, o usuário monta uma loja, administra um negócio ou uma fazenda, vence monstros e obstáculos. Com as tarefas, soma pontos, ultrapassa fases e acumula recompensas. O roteiro é semelhante a muitos jogos do mercado – mas o propósito, neste caso, é oferecer um novo produto ou reforçar a presença de uma marca na mente do consumidor final.

Os advergames – mistura de publicidade com games – têm crescido como estratégia de marketing para as empresas que buscam uma forma alternativa para conversar com o seu consumidor final. Segundo Fred Vasconcelos, presidente da Associação Brasileira de Jogos Digitais (Abragames), os advergames e os jogos corporativos, usados para treinamento de funcionários, por exemplo, sustentaram o crescimento da indústria nacional nos últimos anos. “O segmento corporativo foi o que deu sobrevida ao mercado nacional de games, já que a produção para consoles ficou limitada”, diz.

Em 2011, o mercado nacional de games faturou cerca de R$ 482 milhões, de acordo com a Abragames – um crescimento de cerca de 10% sobre o ano anterior. A cifra representa apenas 0,4% do mercado mundial, que movimentou, no ano passado, US$ 82 bilhões. A estimativa, de acordo com Vasconcelos, é que a indústria nacional cresça 12% em 2012 e alcance de 3% a 5% do mercado mundial nos próximos dez anos.

“Os jogos sérios, usados para treinamento, por exemplo, foram os pioneiros. Há quatro ou cinco anos, a indústria passou a desenvolver também games para redes sociais”, afirma Vasconcelos. Na PalmSoft, de Florianópolis, os advergames representaram quase a totalidade de carteira de pedidos da empresa em 2011, segundo seu sócio-fundador, Dennis Kerr Coelho.

Um desses produtos é a Loja Feliz, jogo desenvolvido para usuários do Facebook em parceria com o e-commerce PostHaus, que vende roupas femininas. Segundo Coelho, o projeto seguiu o conceito de product placement – quando o produto real é colocado no contexto do jogo. No game, os usuários podem montar combinações e comprar os itens.
“Nós tentamos colocar as peças de roupa dentro do game da forma mais real possível, para despertar o desejo de consumo no usuário”, diz. A Loja Feliz custou R$ 500 mil para ser desenvolvida e atingiu um pico de 500 mil usuários ativos por mês no ano passado.

Segundo a estimativa de Vasconcelos, da Abragames, o investimento para o desenvolvimento de um game simples varia de R$ 30 mil a R$ 60 mil. Para redes sociais, de R$ 100 a R$ 120 mil.

De acordo com o professor da Escola de Artes da Universidade Anhembi Morumbi Ricardo Alexandre Bontempo, o público de games casuais é bem diversificado – vai da classe C à A e abarca desde crianças de 6 anos até adultos de 50. Segundo Vasconcelos, a idade média do usuário é de 39 anos, e cerca de 59% do público é composto por mulheres. “O game é uma ferramenta muito poderosa para levar qualquer mensagem e também para alavancar os negócios”, diz.

Extraído de revistapegn.globo.com

Flappy Bird: Apple e Google recusam aplicativos com ‘flappy’ no nome

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Os clones do Flappy Bird podem estar com os dias contados. Depois de um monte deles invadir as lojas virtuais de aplicativos do Android e do iOS, tanto o Google quanto Apple estariam recusando a publicação de novos programas com a palavra “Flappy”. Há relatos de que tanto Google Play quanto App Store não estão mais aceitando estes jogos.

O site TechCrunch relatou o caso do desenvolvedor Ken Carpenter, da Mind Juice Media, que ao tentar publicar seu game “Flappy Dragon” na App Store recebeu a mensagem de que o “nome do app tenta se aproveitar de um aplicativo popular”, violando uma das regras de publicação de aplicativos da empresa.

Ken criticou o acontecimento no seu perfil no Twitter: “Esta não é minha semana: rejeitado. ‘Achamos que seu nome tenta se aproveitar de um app popular.’ Que app se o FB (Flappy Bird) não existe?”

Em resposta a Ken no Twitter, o perfil da empresa Kuyi Mobile disse conhecer outros três desenvolvedores que também foram recusados. Já a desenvolvedora Happy Mage Games, afirmou que o mesmo acontece no Google, e que a palavra “Flappy” agora é considerada spam. Logo após, Ken confirmou que seu app também foi “vetado” no Google Play.

Apps já publicados mudam de nome

Ao que tudo indica, esta não é uma medida somente visando quem tenta lançar novos aplicativos com o nome “Flappy”. Ainda de acordo com o site TechCrunch, alguns dos apps publicados na App Store já estariam sendo orientados a mudar de nome. O Flappy Bee, por exemplo, virou Jumpy Bee. Apple e Google não se pronunciaram oficialmente sobre o caso.

Extraído de techtudo.com.br

Por que o Flappy Bird foi tirado do ar por seu criador?

De golpe de marketing a suspeita de plágio, há várias hipóteses para a decisão tomada por Dong Nguyen no último sábado

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 Devido ao grande sucesso, “Flappy Bird” chegou a render 50 mil dólares por dia em anúncios

Desde que Dong Nguyen anunciou no último sábado que seu game “Flappy Bird” não seria mais comercializado online, uma pergunta vem intrigando a internet: por que ele fez isso? De golpe de marketing a suspeita de plágio, vários rumores apontam razões possíveis para a decisão.

 “Há uma teoria corrente de que Nguyen é algum tipo de gênio secreto do marketing e de que isso tudo foi um grande golpe para aumentar os downloads do jogo”, afirma Forbes.

Ainda segundo a publicação, uma sequência do game ganharia muito mais atenção com a versão original do jogo fora de circulação. Mas há outros palpites.

Pop demais?

Outra hipótese levantada pela mídia especializada é que Nguyen teria se irritado com a enorme popularidade que seu game ganhou nos últimos tempos – ainda que ele tenha afirmado a The Verge que faturava 50 mil dólares por dia com os anúncios presentes em sua criação.

De dezembro para cá, o desenvolvedor vietnamita independente viu o jogo criado em abril do ano passado ganhar o topo dos rankings de download e as páginas da imprensa. E parece não ter gostado muito.

Em mensagens publicadas no Twitter, Nguyen chegou a afirmar que o Flappy Bird “arruinou sua vida simples”:

“I can call ‘Flappy Bird’ is a success of mine. But it also ruins my simple life. So now I hate it.” @dongatory

Na rede social, ele ainda negou sua intenção de vender o game e resistiu bravamente ao assédio (e às críticas) dos jogadores de sua criação.

Plágio?

Uma terceira possibilidade para a decisão de Nguyen de tirar o Flappy Bird envolve acusações de plágio. Sites como o Wall Street Journal relacionam o design simples do game com as antigas criações da Nintendo – como Super Mario Bros.

Outro jogo constantemente comparado com o Flappy Bird é o Piou Piou vs. Cactus – lançado em 2011. Entretanto, Nguyen desmentiu que pudesse ter sido procurado pelos criadores desses jogos quando anunciou no Twitter a desativação de Flappy Birds. 

Em suas mensagens, ele deu a entender que estava mesmo cansado do assédio gerado pelo game – que desafiava o usuário a fazer um pássaro voar entre tubos sem bater em nenhum deles.

Extraído de exame.abril.com.br