Tubrosa: vírus faz seu PC virar zumbi para ‘bombar’ vídeos do YouTube

Ter um vídeo com muitas visualizações no YouTube é uma boa forma de ganhar dinheiro com publicidade e os cibercriminosos estão de olho nesta fonte de renda. Um novo tipo de trojan detectado pela Symantec, chamado Tubrosa, está sendo usado para transformar os computadores infectados em zumbis que acessam vídeos no site do Google sem o consentimento do usuário, gerando “views falsos”.

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O malware se espalha através de spam. As mensagens trazem anexos ou links que, se abertos, baixam um arquivo malicioso que contamina o computador. O Tubrosa então, se comunica com um site falso, onde baixa um segundo arquivo que contém uma lista de links de vídeos do YouTube que devem ser acessados.

Segundo a Symantec, grande parte destes vídeos é copiado de outros usuários do site. Ou seja, roubo de propriedade intelectual.

Por fim, o malware abre estes links em background, sem que o usuário saiba. Para garantir que não seja descoberto, ele reduz o volume do computador e instala ou atualiza o Adobe Flash Player para garantir compatibilidade.

O Tubrosa também modifica arquivos no computador infectado para enganar as medidas de segurança do Google e fazer o sistema acreditar que cada vídeo está sendo visto por um usuário diferente.

Segundo a Symantec, o Tubrosa começou a se disseminar em agosto de 2014 e os países mais afetados são Coréia do Sul, Índia e México. A fabricante de antivírus aconselha que os usuários tenham cautela ao receberem e-mails suspeitos, evitem abrir anexos desconhecidos e mantenham o antivírus sempre atualizado.

 

Fonte: TT

WhatsApp chega oficialmente para computadores em versão web, confira;

Os usuários do WhatsApp podem comemorar: o mensageiro finalmente está disponível para a versão Web. A empresa lançou a novidade nesta quarta-feira (21), mas parece que nem todos serão beneficiados com a nova funcionalidade: até o momento, somente usuários do Android, Windows Phone e BlackBerry conseguem acessar o aplicativo na Internet.

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O novo cliente Web funciona como um espelho do app de mensagens, refletindo todas as ações no computador do usuário. O recurso possui as mesmas funcionalidades do mensageiro no celular, e já conta, automaticamente, com todos os contatos da lista telefônica. Porém, não é possível adicionar novos contatos pelo computador. Para usar a versão no PC (https://web.whatsapp.com/) , é preciso digitalizar um código QR e ter a última versão do WhatsApp instalada em seu smartphone. Além disso, o recurso só funciona no Google Chrome.

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A funcionalidade ainda não está disponível para o iOS e segundo Jan Koum, fundador do mensageiro, não há previsão de chegada. “Devido às limitações da plataforma Apple, não existe nenhuma versão iOS sendo pensada para agora”.

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Fonte: TT

Fim do suporte ao Android 4.3 pode colocar milhões de usuários em risco

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O Google vai encerrar oficialmente os updates de segurança para a ferramenta WebView do Android 4.3 (Jelly Bean) ou versões anteriores. A medida fará com que 939 milhões de usuários, ou cerca de dois terços dos usuários do sistema operacional móvel, fiquem desprotegidos contra possíveis ataques.

O WebView é um recurso que permite que os apps exibam páginas web sem precisarem abrir outros programas e muito utilizado por aplicativos e redes de anúncio. Segundo os especialistas, assim como o Internet Explorer é uma porta de entrada de hackers no Windows, a exploração de uma determinada falha do WebView pode ser um modo de invadir o Android.

Os pesquisadores do Rapid7, inclusive, apontam que atualmente existem diversas falhas que podem ser exploradas pelos cibercriminosos no WebView. Em testes, eles conseguiram identificar 11 “exploits” diferentes. E o que os tornam perigosos é que o WebView dialoga com outras partes do Android, podendo comprometê-lo por inteiro.

Apesar dos riscos, atacar o WebView não é fácil. Seria preciso inserir o código em uma página exibida por um app ou enganar um usuário com links falsos. De qualquer forma, basta o usuário ter a cautela sempre recomendada por especialistas, de não fazer downloads fora do Google Play e não acessar links que não conhece para evitar ser contaminado.

Joe Vennix, do Rapid7, e Rafay Baloch, pesquisador independente, descobriram o fim do suporte no final do ano passado, quando a equipe de segurança do Android respondeu a um alerta de bug no browser AOSP, que usa o WebView, explicando que não iria criar um patch se a versão afetada fosse anterior à 4.4.

Segundo a resposta do Google, eles poderiam liberar os patches que recebessem de terceiros, mas não iriam criar os seus próprios. Ou seja, os pesquisadores teriam que, além de alertar os erros, fornecer a solução para que a empresa repassasse para os seus consumidores.

“Por favor, reconsidere, Google”

O Google não comentou o caso, mas isso provavelmente tornou-se o padrão quando ela decidiu separar o WebView do novo Android 5.0, permitindo que usuários façam updates da ferramenta separadamente, via Google Play. O problema é que esta opção não está disponível para quem tem uma versão anterior do sistema, e há um número ainda muito pequeno de pessoas usando o Lollipop, cerca de 0.1% dos usuários.

No site Rapid7, responsável pela descoberta, há um pedido: “Por favor, reconsidere, Google”. Tod Beardsley escreveu: “como desenvolvedor de software, sei que dar suporte à versões antigas do software pode ser ruim. […]No entanto, um bilhão de pessoas não dependem do meu software para gerenciar e salvar detalhes pessoais de suas vidas”.

Fonte: TT

Capinhas interferem na recepção de sinal nos celulares?

Na hora de comprar a capinha de celular, poucas pessoas levam em consideração a interferência que ela pode causar no sinal. Mas o material de fabricação, além de afetar a capacidade de proteção contra quedas e arranhões, também pode atingir a recepção das ondas responsáveis pela comunicação. Veja quais matérias-primas causam perda do sinal e inclua este fator ao escolher uma capa para seu aparelho.

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Capas de plástico ou silicone, como as da foto acima, não interferem na recepção de sinal. Matérias-primas de origem animal ou vegetal, como algodão ou tecidos à prova d’água, também não causam qualquer tipo de prejuízo neste sentido.

Atualmente, muitos modelos de couro englobam a função de carteira e contam com espaços para guardar cartão de crédito. Alguns usuários acreditam que colocar os cartões próximos ao celular pode ser um problema, mas segundo o engenheiro de redes da Nextel, Thiago Poliandri, não existe razão para ter receio quanto a isso.

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“Os cartões de crédito podem ser armazenados em capas junto com os telefones, pois também são feitos de plástico”, explica.

Menos comuns, as cases de vidro também são inofensivas quanto ao sinal. O mesmo vale para as películas protetoras de tela. Além de serem confeccionadas com material não-prejudicial – geralmente PET -, elas sequer ficam sobre as antenas do celular.

As grandes vilãs são as capinhas de metal. “Elas funcionam como espelhos e podem desviar a recepção ou emissão do sinal. Assim, quaisquer capas que utilizam materiais metálicos devem ser evitadas”, recomenda o especialista.

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Isso inclui alumínio, cobre ou até as luxuosíssimas cases de ouro. Por isso, pense bastante na hora de adquirir um desses modelos; eles dão um toque de classe ao smartphone, mas a um custo que vai além do preço elevado.
Fonte: TT

‘Pendrive de iPhone’ aumenta espaço de armazenamento em até 64 GB na CES

Aumentar o espaço de armazenamento do iPhone é impossível via cartão microSD, mas existem soluções de armazenamento externo que podem te ajudar a resolver o problema. O pendrive iBridge, da Leef, é uma ótima opção, uma vez que estende a capacidade dos dispositivos Apple da forma mais discreta possível. O dispositivo estava CES 2015, em Las Vegas, e fomos conferir a novidade.

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O software fica escondido atrás do iPhone, iPad ou iPod, graças ao seu design curvilíneo inteligente, o que o torna muito menos intrusivo que outros drives flash presentes no mercado.

O modelo mais barato é o de 16 GB, que custa US$ 59,99. O de 32 GB sai a US$ 79,99, enquanto o de 64 GB tem preço de US$ 119,99. Nos Estados Unidos, a versão de 16 GB do iPhone 6 custa US$ 649 e a de 64 GB, US$ 749.

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Comparando os valores, percebe-se que o pendrive não é uma opção exatamente econômica. Na verdade, ele é mais uma solução para quem já comprou o gadget da Apple e percebeu que a memória foi insuficiente em algum momento, seja para guardar músicas, imagens ou outros arquivos.

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Apesar disso, ele apresenta algumas vantagens: ele conta com versões de até 256 GB (US$ 399,99), o que não é oferecido originalmente pela maçã. Além disso, seu aplicativo é capaz de suportar mais formatos de conteúdo multimídia do que o iOS faz de forma nativa. O gadget ainda está em pré-venda.

Fonte: TT